Amazonas supera 1 milhão de TEUs em 2025 e consolida nova etapa de força logística e crescimento econômico

Amazonas supera 1 milhão de TEUs em 2025 e consolida nova etapa de força logística e crescimento econômico

O Amazonas alcançou em 2025 um marco histórico na logística, com a movimentação de 1.017.084 TEUs ao longo do ano. O resultado confirma a força da infraestrutura portuária do estado e tem no Grupo Chibatão um dos principais protagonistas desse avanço, com atuação direta na operação que sustenta o abastecimento da indústria, o escoamento da produção e a integração do Amazonas com os grandes mercados do país.

A marca de mais de 1 milhão de TEUs é importante porque mostra, na prática, que o Amazonas está operando com mais capacidade, mais ritmo e mais eficiência. Isso impacta diretamente a economia do estado. Quando a movimentação de contêineres cresce, cresce também a circulação de insumos, matérias primas e mercadorias. Isso fortalece a indústria, movimenta o comércio, gera empregos e amplia a atividade em toda a cadeia logística.

Nesse cenário, o Grupo Chibatão aparece desde a base dessa engrenagem. Com estrutura portuária robusta, operação integrada e investimentos contínuos em modernização, o grupo tem papel central para garantir que o fluxo de cargas aconteça com agilidade e segurança. É esse tipo de capacidade operacional que ajuda o Amazonas a responder melhor à demanda da indústria e do mercado, especialmente em um estado que depende de logística eficiente para manter sua competitividade.

Para o diretor executivo do Grupo Chibatão, Jhony Fidelis, o resultado alcançado pelo Amazonas em 2025 reflete a força de uma cadeia logística construída com planejamento, investimento e integração operacional. “Superar a marca de 1 milhão de TEUs é um resultado que mostra a capacidade do Amazonas de crescer com eficiência e de responder às demandas da indústria e do mercado. O Grupo Chibatão tem orgulho de contribuir diretamente para esse avanço, com uma operação preparada, investimentos contínuos e compromisso com a competitividade logística do estado”, destacou.

O resultado de 2025 também reforça a importância do Amazonas no mapa logístico brasileiro. O estado não é apenas ponto de passagem. Ele é peça estratégica para o funcionamento do Polo Industrial de Manaus e para a distribuição de produtos para diferentes regiões. Cada contêiner movimentado representa mais do que volume. Representa produção em andamento, abastecimento regular, prazos atendidos e atividade econômica em vários setores.

O Grupo Chibatão contribui diretamente para esse ambiente ao manter uma operação preparada para atender o crescimento da movimentação de cargas. Os investimentos em ampliação de pátios, renovação de equipamentos, melhoria de sistemas e ganho de produtividade ajudam a reduzir tempo de operação, melhorar o fluxo logístico e aumentar a confiabilidade do serviço. Isso traz efeitos concretos para empresas que dependem de previsibilidade para produzir, armazenar e distribuir.

Para o Amazonas, esse avanço tem um significado econômico ainda maior. Uma logística mais forte melhora o ambiente de negócios, atrai investimentos, reduz gargalos e cria melhores condições para expansão de empresas já instaladas no estado. Em um mercado cada vez mais competitivo, ter infraestrutura portuária eficiente deixa de ser diferencial e passa a ser fator decisivo para crescimento.

Ao mesmo tempo, o fortalecimento da movimentação portuária gera impacto social e econômico em diferentes frentes. A atividade movimenta postos de trabalho diretos e indiretos, ativa serviços de transporte, armazenagem e apoio operacional, e contribui para a circulação de renda em vários segmentos. Quando a logística funciona melhor, toda a economia responde melhor.

O desempenho de 2025 mostra que o Amazonas está preparado para uma nova etapa de crescimento logístico e econômico. E mostra também que esse avanço passa, de forma decisiva, pela capacidade de operação, investimento e integração do Grupo Chibatão, que segue como um dos pilares da infraestrutura portuária do estado e agente estratégico para o desenvolvimento regional.

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